Adorar ler? Às vezes me pego a pensar se gosto de ler ou leio por necessidade, pois sempre gostei de raciocínio, por isso eu acho que decidi pela área de exatas, não desprezando nunca a leitura pois sem ela não somos nada, já diz o ditado quem lê muito sabe escrever e sabe-se relacionar bem, até hoje algo que nunca deixei de ler - é até meio estranho – são bulas de remédio e composição de shampoo e outros produtos.
Pra falar a verdade não me lembro muito da minha infância lendo livros, me lembro mais na minha adolescência na época do colegial, que tínhamos uma professora que nos incentivava muito, no período do ensino fundamental me lembro que ela nos fez inventar um livro fiel à um original, foi muito produtivo essa atividade, já no ensino médio lembro-me da professora solicitando as tradicionais fichas de leitura, mas o mais marcante eram as listas de livros que eram para o vestibulares, a professora colocava um cartaz na classe com os indicados a cada vestibular, analisávamos quais eram os mesmos e começa a leitura em casa.Um livro marcante no ensino médio foi a “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Melo Neto, que se trata de um gênero textual poema de difícil compreensão, fizemos leitura e discussão, e a professora não nos avisou que existia o filme, depois de algumas aulas discutindo sobre o livro a professora trouxe o filme para assistirmos daí conseguimos assimilar melhor ainda o livro.
Nos tempos atuais analiso que muitos e até nós procuramos o mais fácil, por exemplo, em estar procurando a resenha do livro na internet em vez de estar lendo na íntegra o livro, procurando sempre o mais fácil no nosso dia a dia.
Professora Natália
Na minha
infância tive contato com muitos livros, coleções de fábulas,
experimentos, livros didáticos e visitas
cotidianas na biblioteca municipal, onde lia e emprestava os livros, mas já no
dia seguinte estava lá para trocá-los novamente.
Apesar desse
incentivo por parte da minha mãe, lembro
que na escola não éramos tão estimulados a leitura e com o passar do tempo esse
hábito foi se perdendo.
Sempre fui
uma aluna muito dedicada, então limitava apenas aos assuntos pertinentes ao
estudo, lição de casa e trabalhos.
Mas com o
passar dos anos, principalmente na faculdade e como professora adquiri novos hábitos ao assimilar a
importância da leitura.
Professora Lucilene
Tive uma educação em casa até que Light, pois meus pais não têm muito estudo, mas o sonho da minha mãe era que as três filhas se formassem em uma faculdade e se tornassem professoras, não é que seus pensamentos se concretizaram, pois as três são professoras, desejo de mãe é poderoso.
Os períodos que mais tive contato com livros foi nos anos finais do ensino fundamental, no ensino médio e no superior.
Eu me lembro que eu adorava ir à biblioteca e escolher um livro para ler, e quando ficamos sem um responsável para entregar os livros, me chetiei bastante. Quando estava no ensino médio, eu tinha uma meta de ler pelo menos um livro por mês, eu e minha irmã mais nova disputavámos para ver quem lia mais.
Me recordo, muito claro, de uma professora na 2ª série que era muito severa, daquelas que puxam a orelha de alunos indisciplinados, acho que fiquei com trauma, acho não, tenho certeza, pois nunca gostei de brincar de professora. Naquele ano tive vários problemas de saúde que me afastaram da escola, crises de bronquite e, para ajudar quebrei o braço direito. Fiquei um bom tempo sem ir para a escola, e no fim do ano fui reprovada em matemática. Imaginem só, sou professora de matemática também!. Bem, levei essa incapacidade, que eu acreditava que tinha, até no ensino superior.
Quando terminei o ensino fundamental, chorei horrores porque acreditava que não conseguiria fazer o ensino médio, mas minha mãe e minha irmã mais velha me deram apoio e eu enfrentei esse "mostro" sem problemas. Então, prestei vestibular e comecei a fazer Biologia, pois já havia me apaixonado por ela no ensino médio, e também, como sou licenciada em Ciências com habilitação em Biologia, também tive que ter aulas de matemática, e o "mostro/trauma" foi embora, vi que eu era capaz de aprender e, por consequência, ensinar. A leitura hoje, por mais distante que pareça de algumas crianças, ainda pode ser resgatada.
Professora Fabiana
Bom trabalho o de vcs, com certeza vai ajudar muito colegas do grupo. Obrigado pela cooperação e Parabéns pelo Blog
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